J. Pedro Baltasar é um novo autor (lançado pela Porto Editora) que surge nas livrarias com Jaguar
7-7-2010
’Jaguar’, uma aposta duplamente arriscada, pois trata-se de um romance de aventuras (à moda antiga) e logo com mais de quinhentas páginas. Mas o autor acredita piamente na sua obra, que tem o Eldorado como protagonista, numa história que via do século XVI ao XXI.
“O espaço onde vivemos hoje em dia, o planeta, é um bocado claustrofóbico, porque tudo está descoberto (…) Onde restam os pequenos espaços virgens é nos oceanos ou, então, um dos poucos paraísos terrestres que ainda hoje existe é a América Central e do Sul. Daí o facto de gostar da aventura”, explicou em entrevista ao Porta-Livros. Agora, anunciou, segue-se um thriller “um bocado gore”.
Como é que lhe surgiu a ideia de escrever um romance e de ser escritor?
Ser escritor vem por arrasto da vontade que sempre tive de me expressar para além do quotidiano. Sempre tive uma veia artística, sempre tive vontade expressar qualquer coisa de mim. Tive gosto pela música, tocava guitarra, entrei em peças de teatro. Depois, nos escuteiros, mais tarde, eu era um daqueles que estava sempre na linha da frente, criava peças, números, inclusive criámos uma réplica dos Heróis do Mar, que estavam na berra, e como éramos de Cacilhas, junto ao rio, criámos os Heróis do Rio, com letras adaptadas aos escuteiros.
Porta-Livros
|