Vivaci abre portas ao público Disponibiliza 95 lojas, entre as quais 17 restaurantes, e cerca de 400 lugares de estacionamento. Está aberto das 10h00 às 23h00
O Vivaci Guarda foi oficialmente inaugurado, ontem, 20h30, mas só hoje a superfície comercial abre as portas ao público, funcionando das 10h00 às 23h00, todos os dia das semana.
’O encontro visa dar a conhecer o VIVACI Guarda, enquadrando-o num investimento mais vasto que resultará na criação de vários centros comerciais no país até 2010’, referem os promotores. No total vai disponibilizar 95 lojas, entre as quais 17 restaurantes, e cerca de 400 lugares de estacionamento. Construído pelo Grupo FDO, o primeiro centro comercial da cidade mais alta representa um investimento de 33,2 milhões de euros e proporciona cerca de mil postos de trabalho directos e indirectos. Para os promotores, o novo espaço constituirá ’um importante pólo de desenvolvimento do comércio e actividade económica da Beira Alta’,
O Vivaci começou a ser construído no início do ano de 2007 e tem uma área de construção de 37 mil metros quadrados.
GRUPO APOSTA EM RETAIL PARK NA COVILHÃ
Segundo os promotores, o conceito de arquitectura é da Promontório Arquitectos, sendo que a FDO Construções tem a seu cargo a construção do espaço e a Jones Lang LaSalle é responsável pela comercialização. Fundado em 1980, o Grupo FDO tem como principais áreas de negócio os sectores da Construção Civil e Obras Públicas, Promoção Imobiliária, Centros Comerciais, Hotelaria, Serviços e
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Quando é inaugurado o primeiro centro comercial da cidade mais alta, o Vivaci Guarda construído pelo Grupo FDO, o presidente da Associação Comercial da Guarda (ACG) defende que os comerciantes do centro histórico da cidade terão que ’actualizar a sua oferta’, para resistirem à concorrência do primeiro centro comercial.
Segundo o presidente da ACG, Paulo Manuel, a instituição tem sensibilizado os seus associados para ’adequarem melhor a sua oferta em função do que existe no centro comercial’, para que o comércio de rua ’seja complementar’, Ainda assim, admite que o novo complexo, localizado na Avenida dos Bombeiros Voluntários Egitanienses, junto do centro histórico, servirá de ’projecto âncora’, para aumentar o fluxo de visitantes.
Um comunicado da Comurbeiras anunciou esta semana que dez municípios recusam aderir à Turismo da Serra da Estrela. Mas entre os autarcas há surpresa e não falta quem desminta aquela e outras medidas e desautorize o presidente da Comurbeiras
Diversos autarcas da zona da Serra da Estrela desmentem um comunicado segundo o qual vão tomar medidas contra o novo Pólo Turístico regional. Este documento é assinado pelo presidente da Comunidade Urbana das Beiras (Comurbeiras), Carlos Pinto, que preside à Câmara da Covilhã, e anuncia que os municípios de Almeida, Covilhã, Fundão, Figueira de Castelo Rodrigo, Manteigas, Mêda, Pinhel, Sabugal, Trancoso e Gouveia, todos do PSD, ’decidiram não integrar o novo pólo’, por discordância com os estatutos. Anuncia ainda que os autarcas vão pedir em tribunal a suspensão dos estatutos e que se estes não forem alterados vão criar ’uma nova entidade’, de promoção turística.
A Plataforma para o Desenvolvimento Sustentável da Serra da Estrela, de que fazem parte associações como os Amigos da Serra da Estrela e a Quercus, perdiram ao Governo que repense os traçados escolhidos para o IC6, IC7 e IC37 e reclama a anulação de todo o processo de Avaliação Ambiental Estratégica do Plano Rodoviário Nacional na Região Centro Interior.
A associação invoca "graves irregularidades" no relatório final e declaração ambiental que sustenta a escolha do cenário C, que exclui os túneis e prevê a construção do IC7 na encosta Sul da Serra. "Grande parte deste documento baseia-se em dados falsos, como a afirmação de que a ligação a Viseu é a que mais se afasta das áreas protegidas ou a alteração das posições assumidas pelas entidades que participaram na consulta pública", denuncia Rómulo Machado. O vice-presidente da ASE fala mesmo em "posições totalmente diferentes - nalguns casos opostas - das tomadas".
É a garantia do presidente do Instituto de Conservação da Natureza depois do secretário de Estado do Ambiente ter admitido que alguns serviços ou acessos ao Parque Natural podem vir a ser pagos.
À Renascença, Tito Rosa, do instituto que gere o parque, garante que essa não é uma prioridade.
“Apenas depois de requalificar esses serviços e as condições de visitação no alto da torre é que se pode vir a equacionar ou não a existência de preço ou taxa para visitação, mas isso só se se justificar e for importante para a exploração do local”, disse.
O presidente do Instituto da Conservação da Natureza afasta ainda o cenário de entradas pagas, dadas as próprias características da maioria dos parques naturais portugueses.